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"Só eu e você
Finalmente nós
A sós."
— Fabio S. (via invernaste)

(Fonte: supostos, via sapatonismo)

"Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Entupo-me de ausências, esvazio-me de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos. Pouco não me serve, médio não me satisfaz, metades nunca foram meu forte! Todos os grandes e pequenos momentos, feitos com amor e com carinho, são pra mim recordações eternas. Palavras até me conquistam temporariamente… Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato… Ou toca, ou não toca."
Clarice Lispector.    (via acerejais)

(Fonte: palavrisses, via acerejais)

Encosta o teu sorriso no meu.

(Fonte: , via vamos-ficar-juntos)

"Nós duas, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntas. Imagine só. Não precisaríamos ser namoradas, nem casadas, nem nada disso. Apenas amigas. E nós seríamos felizes, eu e você. Fotos de nós duas estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntas. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado demais e a minha cama ser perfeita para nós duas. Eu teria medo do escuro sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo , com o controle da televisão, só pra você não mudar de canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçadas até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos os tipos de filme, atiraríamos pipocas uma na outra e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçadas, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de ficção científica em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamento no 3° andar, tomando algo e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se eu chorei. Eu negaria. Você Acreditaria. Me acordaria no meio da noite para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntas. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa da vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntas, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa , e ela ficaria vazia, apenas com nós duas e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você iria para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando, e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor."
— Vem, vamos além. (via deixar-de-lado)

(via deixar-de-lado)

Linda com meu moletom e só de calcinha, prefiro descabelada do que toda arrumadinha.

(Fonte: grrog, via ohseducao)